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2008/07/31

mirage.studio.7

[PT] O blogue do Calvin Ngan mirage.studio.7, é o nosso blogue do mês. O mirage.studio.7 é um blogue pessoal, escrito por um arquitecto que sonhava ser webdesigner. Este não é um blogue de um "nerd" mas tem várias dicas e tutoriais interessantes. O blogue está online desde 2005, e é uma excelente leitura de férias. Para abrir o apetite, dê uma vista de olhos no post "Separated at Birth".

[ENG] The Calvin Ngan blog mirage.studio.7, is our blog of the month. mirage.studio.7 is a personal blog, written by an architect that dreamed to be a webdesigner. It's a non nerd blog with a lot of links for useful gadgets and tutorials. He's online since 2005, and it's a really nice blog to read while you are in vacations. Please take a look at his "Separated at Birth" gallery.

Férias? :: Vacation?

[PT] Uma vez mais, não iremos fechar para férias. Fizémos um calendário de modo a que estivesse sempre alguém disponível para responder às perguntas de obra, solicitações de clientes e entidades licenciadoras. Alterámos a imagem no topo da página para quem fica. A partir de hoje, e até ao final de Agosto, escreveremos com menos regularidade.

[ENG] Once more, ateliermob is not going to close for vacations. We have manage everything, so that people can go on holidays in August, separately. We have changed the banner on the top of the page, with a more fresh and pleasant image, for those who are staying. From today and during this month we will post less often.

Estágio :: Internship

[PT] Ainda não estamos a responder a ninguém, ainda não efectuámos nenhuma escolha nem pretendemos ninguém para trabalhar em Agosto. No que diz respeito a este tema, apenas começaremos a dar respostas e a solicitar entrevistas a partir do final de Agosto. Obrigado a todos os que já nos contactaram.

[ENG]
We did not choose yet, we are still not calling for interviews and we are not interested in assuming anyone in August. We will only start answering the applications in the end of August. Thanks to all applicants.

Cálculo de Honorários

[PT] No dia 29 de Julho, foi publicada a Portaria que vem substituir a velhinha Tabela de Cálculo de Honorários. Ainda não a lemos, mas parece que já vem inquinada. No preâmbulo diz-se que a Ordem dos Arquitectos foi consultada. A Ordem dos Arquitectos, diz que foi consultada tardiamente e que nenhuma das alterações propostas foram integradas.

[Portaria nº 701-H/2008 de 29 de Julho]
[Comunicado da Ordem dos Arquitectos]
[Parecer da Ordem dos Arquitectos]

2008/07/30

Parabéns Luís!

Arquitecto Luís Pereira Miguel vence concurso internacional
28 de Julho de 2008, 17:56
Lisboa, 28 Jul (Lusa) - O arquitecto Luís Pereira Miguel venceu com o projecto CombiSpace o concurso internacional ColorsDesigner, promovido pela POLI.design - Consórcio Politécnico de Milão, aberto a jovens criativos, designers e arquitectos.
Foram colaboradores do arquitecto vencedor neste projecto os arquitectos Inês Ludovino e Daniel da Silveira.
O objectivo do concurso é desenvolver novos conceitos para as grandes empresas internacionais de vestuário.
"Neste meio - disse Pereira Miguel à agência Lusa - uma das saídas é participar em concursos. Eles são para nós uma área de investimento".
Participaram candidatos de 46 países, tendo sido seleccionados seis projectos finalistas.
O júri, presidido pelo arquitecto italiano Andrea Brazi, realçou no projecto vencedor "a união original e fluida entre os dois pisos do edifício, criando um espaço comercial articulado que corresponde muito bem às necessidades formais e comunicativas do concurso".
Com 500 metros quadrados, o CombiSpace, destaca ainda o júri, é "a visão de um grande espaço comercial de venda de vestuário para a marca Benetton", representando "a possibilidade de o consumidor interagir na transformação do espaço", o que resulta numa "experiência social totalmente nova".
"O concurso é internacional - salientou Pereira Miguel -, a Benetton tem uma projecção grande. Para nós, é importante estarmos associados a uma marca como esta. É um bom cartão de visita" para o futuro.
A entrega dos prémios está agendada para Outubro, devendo o arquitecto português acompanhar a construção do projecto na cidade de Omsk, na Rússia.
Em concreto sobre o começo da construção, Pereira Miguel observou não ter ainda conhecimento de datas.
Nascido em Lisboa em 1974, Luís Miguel Pereira estudou Arquitectura no Porto, Cottbus (Alemanha) e Lisboa, diplomando-se em 1997 na Universidade Lusíada.
Em 2001, concluiu o Mestrado em Arquitectura e Urbanística e em 2005 foi um fundadores da "PM Arquitectos" em Lisboa, que intervém fundamentalmente nas áreas da habitação unifamiliar, restauração, recuperação e alteração de prédios antigos.
Em 2007, a "PM Arquitectos" foi seleccionada como um dos melhores ateliers de arquitectos portugueses "under 40" pelo site especializado www.newitalianblood.com.
RMM

[site PM-ARQ]

2008/07/29

ateliermob @ + arquitectura

+ arquitectura
in "+ arquitectura" nº 026, Julho/Agosto 2008 - pp. 18-27.

Ainda o DL 18/2008 - Código de Contratos Públicos

[PT] Há algum tempo, a jornalista Rita Miguel do jornal "Construir", enviou-nos um conjunto de questões sobre o novo Código de Contratos Públicos. Aqui ficam as respostas que consideramos mais relevantes:

Genericamente, o que traz o de novo para o trabalho dos Arquitectos?
O conceito de “concurso de concepção”, faz com que o Estado passe a ter um processo de aquisição de serviços diferente para prestação de serviços de concepção do que tem para o fornecimento de mercadorias.
Ou seja, por exemplo, o processo de escolha de um projecto de arquitectura passa a ser diferente da escolha para o fornecimento de batas hospitalares.

O nº1 do art.219º refere-se à realização do Concurso de Concepção para seleccionar trabalhos de concepção “a nível de estudo prévio ou similar”. Isto significa que pode ser realizado em situações em que não há a intenção de aquisição por ajuste directo prevista no nº2 do mesmo artigo? Se sim, que situações são essas?
A Lei entende o Ajuste Directo como um excepção e o concurso como a regra. Contudo o que sucede é que a regra é o Ajuste Directo.

Como procedimento prévio à aquisição por ajuste directo das criações conceptuais previstas no nº1 do art. 219º, Cap. I, Tít. IV, a realização do Concurso de Concepção vai ser obrigatória ou opcional?

O Concurso de Concepção é obrigatório para prestações de serviços de arquitectura ou engenharia até aos 25.000,00 € o que corresponde, sensivelmente, a obras de 125.000,00 €, o que me parece razoável. Contudo, já na anterior lei, o concurso era obrigatório para prestações de serviços acima dos 5.000,00 €, o que não se traduziu num processo de intenso concursamento, bem pelo contrário. Nestes últimos anos assistimos às mais variadas tropelias para “contornar” a lei, com o beneplácito do Tribunal de Contas. Com o novo CCP não será diferente.
Aliás no novo CCP, existe um Cavalo de Tróia para furar a lógica dos concursos de concepção. Sem razão aparente, as Empresas Públicas poderão fazer ajustes directos para prestações de serviços até 206.000,00 € (correpondente a obras de 1.000.000,00€) . Não se torna difícil prever que o Estado (governo central, autarquias, etc...) a fazer derivar todos os seus processos de aquisição de serviços para as suas empresas públicas.
As consequências deste processo, já enraizado, fará com que as PME's de prestação de serviços nestas áreas, e que sustentam o seu trabalho na encomenda pública (maioritária em Portugal), continuarão a ter uma enorme dificuldade em aceder à encomenda por fórmulas que não sejam as de “proximidade” com os poderes públicos.
Não tenho dúvidas em afirmar que esta lei facilita o Ajuste Directo, que já é regra, dá mais liberdade a políticos e gestores públicos para determinarem quem actua no território. Neste aspecto, continuamos a insistir na lógica de escolher “quem faz” e não “o que se faz”.
De qualquer forma, não sou ingénuo ao ponto de pensar que esta forma de actuação se altera com uma lei.

Tendo em conta o nº2 do art. 219º e a alínea g) do nº1 do art.27º, os resultados do Concurso de Concepção são vinculativos para o adjudicante ou apenas se tal vier expresso nos termos de referência? Considera que devia ser de outra maneira?
Há uma coisa que me parece bastante positiva neste documento. A entidade que lança um concurso, caso entenda desistir do procedimento, terá de indemnizar os concorrentes. O que sucede actualmente é inacreditável. A entidade pode lançar um concurso, desistir quando bem entender, e o ónus fica sempre do lado do concorrente.
Parece-me que a indemnização pode ser um elemento motivador da melhoria dos Programas de Concurso, ou do fim dos “concursos para eleitor ver”.

Considera legítima a exigência de “requisitos mínimos de capacidade técnica” no caso de concurso prévio de qualificação? Que requisitos considera aceitáveis e em que tipo de trabalhos?

Tanto a noção de requisitos mínimos de “capacidade técnica” como de “capacidade financeira” para concursos de concepção são inaceitáveis.
Em primeiro lugar, torna-se difícil provar que num acto de concepção, o número de anos de actividade profissional ou não ter prestado serviços similares, possa ser matéria de exclusão. Por outro lado, parece-me ainda mais inadmissível, que se possa pretender excluir de concorrer a concursos de concepção, técnicos devidamente habilitados, por não terem uma facturação mínima.
Com os condicionalismos actuais, Siza Vieira com 25 anos nunca teria ganho o concurso da Casa de Chá em Leça, ou Souto Moura no ano após se ter licenciado nunca poderia ter ganho o concurso para a Casa das Artes no Porto.
Num quadro de uma profissão maioritariamente composta por jovens, em 2006 75% dos inscritos na Ordem dos Arquitectos tinha menos de 40 anos, estes “requisitos mínimos” significa protecção de corporações.
Mais uma vez temos o Estado mais preocupado com “a quem” é que encomenda e não “o que” encomenda.

Considera que com o Concurso de Concepção vai aumentar a exposição à concorrência e a transparência no processo de contratação?
Os concursos sim, o CCP não.

Vai aumentar a exigência e a qualidade média dos projectos?
Com o CCP, só por si, não. Contudo, se aumentar o número de concursos, não tenho duvidas que a qualidade, pelo menos dos projectos de obras públicas, vai aumentar.

A “regra do preço mais baixo” vai acabar? Porquê?

Esta lei não pretende abalar princípios estruturais da sociedade.
As noções de “livre concorrência” provenientes daquilo que se entende como as “regras de Mercado”, estão por todo o lado e são diariamente incentivadas.
O que importa é começar a perceber as suas óbvias consequências no campo da arquitectura.
Por um lado os projectistas aceitam “encomendas a meias” (trabalhos sem projecto de execução ou assistência técnica à obra) e por outro a exploração do colega assume-se como a regra (estagiários, arquitectos, desenhadores... ).

O interesse público, do ponto de vista da Arquitectura, fica melhor defendido
com este código?

Não.

O que é a figura do diálogo concorrencial? Em que medida afecta os arquitectos? Favorece um melhor planeamento dos projectos?
Acho que ainda ninguém saberá.

A que se referia quando disse, na conferência na Tektónica, que continua sem saber o que é o projecto de execução?

Em Portugal, a Lei que define alguma coisa sobre o que é um projecto de execução remonta ao ano de 1972 – a famosa Tabela de Cálculo de Honorários para as Obras Públicas, o que me parece bastante revelador da falta de interesse que os sucessivos governos têm em legislar sobre estas matérias.
Veja-se por exemplo o caso do DL 73/73. Há três anos foi entregue na Assembleia da República a primeira iniciativa popular para a alteração de uma lei e... nada.
Por outro lado, tanto o estado como particulares, não reconhecem no projecto de execução uma mais valia, mas sim uma forma de diminuir custos, é uma questão cultural.
Para o ateliermob, fazer um projecto sem projecto de execução ou assistência à obra, é como ir-se doente ao médico e sair-se sem uma receita de medicamentos. Mas quantos projectos já perdemos pela prática ser a de se fazer “o boneco”...

Defendeu a criação de um código técnico de edificação. Com que objectivos?
Verter para a Lei do país directivas que ainda não estão transpostas, juntar as leis dispersas por despachos, decreto-lei e afins e estabelecer um documento único que nos permita ser exigentes com a qualidade da construção e ordenamento do território deste país.

ateliermob @

Dexigner Newsletter - July

2008/07/28

DL 18/2008 - Código de Contratos Públicos



[PT] Para quem, como nós, acredita que os concursos são a melhor e mais transparente forma de aceder à encomenda pública, o DL 18/2008 (vulgarmente intitulado Código de Contratos Públicos) preocupa-nos.
Neste sentido e depois de termos exposto as nossas dúvidas e pontos de vista numa conferência promovida pela "Arte e Construção" na Tektónica deste ano, participámos na semana passada numa acção de formação para melhor conseguirmos responder neste período de adaptação à nova lei.
Acreditem que muita coisa vai mudar, embora não seja pela lei que haverá mais concursos de concepção e menos ajustes directos...
De qualquer forma, dia 30 de Julho (4ª Feira), entra em vigor.

ateliermob @

"Ateliermob Wins the Competition for Moura's New Cemetery" | Bustler
"ateliermob wins the competition for Moura’s New Cemetery" | Dexigner

2008/07/25

Conferência :: Lecture V Roots [video]



Via z-a-interaction

2008/07/24

ateliermob vence concurso para o Novo Cemitério de Moura :: ateliermob wins the competition for Moura's New Cemetery


[PT] O ateliermob (com o Atelier Perspectivas, Betar Estudos, Energia Técnica e Ana Filipa Ramalhete) venceu o concurso público para o novo cemitério de Moura. O novo cemitério será implantado numa área de mais de 5 hectares, numa zona limítrofe da cidade alentejana.
A proposta vencedora é desenhada a partir de um muro, charneira entre a estrada nacional e o cemitério. Ao longo da sua extensão, o referido muro, ganha espessura para integrar os espaços funcionais, como a capela ou as salas de velório. Assumindo a topografia do terreno como um vantagem, as ruas do cemitério serão construídas através de incisões, nas deformações do terreno. Todos os elementos construídos reservados a mortos (como jazigos ou ossários) farão parte da estrutura das paredes de contenção das ruas delineadas de modo a que se possa continuar a ter uma leitura única e ampla sobre o território. Desta forma os locais de culto tornam-se mais reservados e subverte-se a tradicional hierarquização social muito visível nos cemitérios tradicionais.

[ENG] ateliermob (with Atelier Perspectivas, Betar Estudos, Energia Técnica and Ana Filipa Ramalhete) won the public competition for the new Moura's Cemetery. This new cemetery will be plotted on a 5.16 ha area, on the limit of this Alentejo's city.
The winning proposal design is structured upon one long fence wall, that divides the cemetery from the national road. Throughout its extension, it gets larger to embrace the required functional spaces as one chapel or the wake rooms. Taking advantage of the topographic characteristics of the site, the streets will be design as incisions on the ground. Coffins and tumbs will help to construct this deformations. With this solution we will have a more cosy and singular area for individual rituals and the sumptuous social ranks of traditional cemeteries will be subverted.

2008/07/23

Estágio :: Internship



[PT] O ateliermob procura 1 ou 2 novos colaboradores para um estágio no nosso atelier em Lisboa. Não é necessário ter-se experiência profissional, mas é obrigatório boa disposição, vontade de trabalhar em equipa e capacidade de contribuir e propor em todas as fases de projecto: conceito, desenvolvimento do projecto e detalhe.
Tencionamos receber candidaturas até 15 de Setembro, embora uma das vagas possa ser preenchida antes dessa data. Todos os candidatos terão uma resposta, e alguns serão contactados para uma entrevista.
Qualquer outra informação que entedamos relevante, será publicada no blogue.
Disclaimer:
1. Não abrimos ficheiros comprimidos;
2. Não aceitamos emailes com mais de 5 Mb;
3. Apenas esperamos receber um ficheiro (c.v. + síntese de portfolio), e recomendamos que seja um PDF;
4. O email para o envio de candidatura é: job@ateliermob.com


[ENG] ateliermob is looking for 1 our 2 design architects for one internship on our Lisbon's office.
No experience required, good mood for working within an young team, and capability for contributing in all design phases: conceptual, design development and detailing.
We will be receiving applications until 15th September, however it may occur that we have to choose one application before that.
All the applications will have an answer. Some will be chosen for one interview.
Any other information that we consider relevant will be posted on the blog.
Disclaimer:
1. We do not open compressed files;
2. We do not accept applications with more then 5 Mb's;
3. We only expect one file (c.v. + short portfolio), and we recommend PDF extension;
4. The email to send applications is: job@ateliermob.com

2008/07/21

14 voluntários [actualizado]


A ExperimentaDesign procura 14 voluntários para a exposição 'Peter Zumthor: Edifícios e Projectos 1986-2007' na LXFactory, um espaço cultural emergente em Alcântara, Lisboa.
Esta é a maior e mais completa mostra de sempre dedicada à sua obra compreendendo 29 projectos, 6 maquetas de grande escala, um impressionante acervo documental, e uma instalação vídeo que reproduz 12 edifícios à escala real da autoria de Nicole Six e Paul Petritsch.
Montagem: 23.08 a 06.09 Exposição: Diariamente de 07.09 a 02.11 Turnos: 12h às 16h | 16h às 20h
Funções a desempenhar: Assistente de montagem | Assistente de bilheteira | Monitor de sala e visitas guiadas
Se estás interessado(a) envia um email com a tua área de formação e disponibilidade para [tr.mariana@experimentadesign.pt] até 25 de Julho de 2008.

2008/07/20

1º Lugar :: 1st Prize | Concurso para o Novo Cemitério de Moura

[PT] O ateliermob, com o Atelier Perspectivas, Betar Estudos, Energia Técnica e a antropóloga Ana Filipa Ramalhete, venceram o concurso público para o novo cemitério de Moura.
[ENG] ateliermob, with Atelier Perspectivas, Betar Estudos , Energia Técnica and the anthropologist Ana Filipa Ramalhete, won the national competition for the new Moura's Cemetery.
Anúncio do Concurso :: Announcement of the competition

2008/07/18

ateliermob @

Hoje :: Today
A Internacionalização do Arquitecto Português
Data: 18.07 [19:30h]
Local: Byblos, Amoreiras

Amanhã :: Tomorrow
V roots
Data: 19.07 [21h30m]
Local: Bacalhoeiro, Lisboa

2008/07/16

Complexidade e Contradição

[PT] Então aqui te deixamos a nossa pena e caridade.

2008/07/15

V roots, 19.07.2008 - Bacalhoeiro Lisboa

V roots decorrerá no Sábado 19 de Julho no Bacalhoeiro em Lisboa, a partir das 21h30m.

Os participantes serão:
Andreia Florentino e Anthony Rougier , ilustradora/professor, Paris
Ateliermob, arquitectos, Lisboa
Atelier Base, arquitectos, Lisboa
João Leitão, artista plástico, Erfoud
Mafalda Rangel, arquitecta/lighting designer, Estocolmo
Mariana Tengner Barros, bailarina/performer/coreógrafa, Lisboa
Miguel Marcelino, arquitecto, Lisboa
Nuno Coelho, designer, Porto
Nuno Rodrigues, arquitecto, Lisboa
Lola, arquitectos, Barcelona
Oto, arquitectos, Lisboa
Paulo Moreira, arquitecto, Porto
Pedro Campos Costa, arquitecto, Lisboa

Haverá actuações dos djs:
TRAQ3
Waste Youth

2008/07/12

Café, Av. Estado da Índia - Sacavém

2008/07/10

Parabéns Miguel, Claúdio e Câmara Municipal de Vagos! [actualizado]

Centro Escolar de Fonte de Angeão
Município: Vagos
(41 propostas)


Miguel Marcelino

1º Prémio

Claúdio Vilarinho
2º Prémio

IX Seminário Internacional Arquitectura que a Universidade Autónoma de Lisboa




[PT]
Para ver com mais detalhe, clique na imagem.
[ENG]
To get more detail click on the image.

2008/07/09

'Not manly enough'


[ENG] "Berlusconi's verdict on Libeskind work for Milan" - The Independent.

2008/07/08

50% dos edifícios devolutos de Lisboa aguardam licenciamento


Via "O Carmo e a Trindade"

[PT] "De acordo com dados divulgados no passado mês de Maio pelo vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Manuel Salgado, a capital portuguesa tem cerca de 4.600 prédios considerados devolutos, sendo que metade destes aguarda licenciamento da CML para reconstrução."

2008/07/03

Flexibility - renewable clothing by fernando brízio



Via designboom
[Torino World Design Capital
[Fernando Brizio website]

Alternativas do software livre aos monopólios digitais

INTERNET, INFORMÁTICA E CIDADANIA
10 e 11 de Julho | Fábrica Braço de Prata - Livraria Ler Devagar | Lisboa

Acção de formação em SPIP
10 de Julho | 5.ª F | 18h30
Com a participação de:
Philippe Rivière - jornalista do Le Monde diplomatique e co-autor do software livre SPIP;
Luís Carlos Feijão - programador informático.

Debate
11 de Julho | 6.ª F | 21h
Com a participação de:
Philippe Rivière - jornalista do Le Monde diplomatique e co-autor do software livre SPIP;
João Neves - ANSOL;
Inês Pereira - socióloga;
Nuno Teles - economista.

Entrada livre, sujeita a inscrição prévia. Inscrições para monde-diplo@netcabo.pt.
No final será emitido certificado de participação.
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Os programadores da liberdade
Sociedade em rede e sociedade da informação, eis dois epítetos comummente utilizados para caracterizar, por um lado, os processos internacionais de interdependência global – financeira, comercial, etc. – e, por outro, a comercialização e o fechamento do conhecimento e da informação. Paralelamente a este processo central na sociedade contemporânea, encontramos, todavia, um conjunto de movimentos que propõem a criação de alternativas, entre os quais se destaca o do software livre.
O software livre pode ser definido como aquele cujo código-fonte está disponível, sendo possível copiá-lo, modificá-lo e distribuí-lo sem quaisquer autorizações ou pagamentos adicionais. Ou seja, qualquer indivíduo na posse dos conhecimentos necessários pode utilizá-lo e contribuir livremente para o seu desenvolvimento.
O software livre desenvolve-se em rede, numa ampla e complexa rede que engloba colectivos e indivíduos isolados que contribuem, a partir das mais diversas partes do mundo, para a construção colectiva de soluções informáticas. Neste sentido, o desenvolvimento do software livre só é possível porque existe a sociedade em rede, e porque existem infra-estruturas tecnológicas que permitem ligar os diversos pontos do globo entre si, tornando possível o estabelecimento de comunicações sincrónicas entre um e outro ponto do mundo.
Por outro lado, o software livre baseia-se numa alternativa ao fechamento da informação. Resulta de projectos individuais e colectivos, conjugando no seu seio uma multiplicidade de projectos e motivações. O primeiro tipo de projecto associado ao movimento do software livre prende-se com as possibilidades de inovação e criação tecnológica facultadas pelo uso das ferramentas de código-aberto. O software livre, cujos diversos «membros» elaboram mais ou menos autonomamente projectos de desenvolvimento, tradução e adaptação tecnológica, revê-se particularmente na ideia do prazer criativo. Simultaneamente, a inovação tecnológica surge dotada de sentidos e significados, incorporando éticas, ideologias e projectos de mudança. A utilização de software livre reveste-se de um sentido ético e o projecto do software livre é também um movimento social, construído em torno da ideia da liberdade, do acesso e partilha da informação e da independência face a grandes organizações empresariais de tendência monopolista e a estratégias comerciais que controlam arbitrariamente as aplicações informáticas disponíveis no mercado. Finalmente, o software livre está também a tornar-se parte de uma realidade empresarial, podendo ser também visto como um projecto económico.
O software livre surge assim como um movimento que reage a uma nova morfologia social e a novas lógicas de dominação, e que constrói alternativas no seio da sociedade em rede, em torno de uma das suas questões fundamentais: a circulação da informação, demonstrando que esta rede tem um imenso potencial disruptivo, e que outras informáticas são possíveis.
INÊS PEREIRA | Socióloga
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Organização:
Le Monde diplomatique - edição portuguesa | ANSOL | Shift