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2008/06/26

Conferência :: Lecture 18.07.2008

[PT]
As experiências dos arquitectos portugueses fora de fronteiras são cada vez mais comuns. Que desafios enfrentam? As vantagens e desvantagens de não se estar "em casa", os constrangimentos do idioma, o acompanhamento dos projectos, os custos ou benefícios contra a divulgação ou o prestígio esperados, tudo isto em discussão na segunda conferência do Ciclo Arquitectura Fora d'Ordem.
Arqcoop

Conferência
A INTERNACIONALIZAÇÃO DO ARQUITECTO PORTUGUÊS
Data: 18 de Julho (6.ª Feira)
Local: Byblos - Amoreiras

Programa:
16h00 :: 18h00 – Apresentação de Projectos em Formato DWF(Este curso, de inscrição gratuita, dá resposta às necessidades emergentes da entrada em vigor da Portaria n.º 216-E/2008, que obriga à apresentação de todas as peças desenhadas dos processos de licenciamento de operações urbanísticas em formato DWF.)
19h00 :: 19h30 – Aplicação Paramétrica para projecto de arquitectura. Vantagens sobre o processo tradicional. Revit Architecture 2009 - Abordagem BIM (Building Information Model).
19h30 :: 20h30 – Conferência: A Internacionalização do Arquitecto Português
20h30 :: 21h00 – Debate aberto à audiência.

Convidados:
Arq.º Manuel Aires Mateus;
Arq.º Francisco Aires Mateus;
Arq.º Jorge Graça Costa;
Arq.º Tiago Mota Saraiva;
Arq.º Vasco Pereira.


MODERAÇÃO:
Diogo Corredoura (Presidente da Direcção da ARQCOOP – Cooperativa Para a Inserção Profissional em Arquitectura, CRL)
Para Mais Informações:
Cristina Morais/210107840/arqcoop@gmail.com

3 comentários:

Anonymous said...

gostava de saber porque onvidaram os aires mateus para esse fórum/debate se nao tem uma única obra construída fora de Portugal...? É isto a que se chama de Internacionalizaçao do Arquitecto Português?? Por favor... vao buscar um Carrilho da Graça, um Siza, um Souto de Moura, agora os manos mateus têm há anos um edifício projectado para Dublin e uma data de concursos internacionais onde nao ganharam uma única vez. Vao falar do quê? Mais uma conferência onde se aplica chapa 5 e se mostram os mesmos projecto de sempre e onde se faz uma data de publicidade ao atelier... Que raio de país!

tms said...

Não faço ideia sobre os critérios dos convites. Contudo até me parece que os Mateus têm tido bons resultados em concursos internacionais e são professores em várias faculdades fora do país.
Por outro lado, se a bitola é o famoso "ter obra lá fora", então por que teremos sido convidados?
"Ter obra" será um critério para ser convidado para debates?

ARQCOOP, CRL said...

Continuo a ter imensos problemas em perceber os "anonymous" mas este até vou comentar.

Caro "anounymous",

O ciclo de conferências "Arquitectura Fora d'Ordem", organizado pela ARQCOOP, pretende, como o próprio nome de uma forma mais ou menos objectiva deixa entender, discutir temas que fujam ao que normalmente se discute neste género de conferências. Pretende também fazer sair as discussões sobre temas de interesse para os arquitectos do círculo habitual dos organizadores e participantes, os quais, para quem frequenta algumas das conferências que todos os anos se realizam em Portugal sobre arquitectura, parecem ser sempre os mesmo.

Esta 2.ª conferência, intitulada "A Internacionalização do Arquitecto Português", não pretende apresentar as obras que este realizou no estrangeiro (embora os projectos devam ser apresentados, para enquadramento do que interessa discutir). Pretende discutir as dificuldades enfrentadas em concursos no estrangeiro, os constrangimentos da língua, as vantagens e desvantagens de apostar "lá fora", etc.

Se tivesse lido a 2.ª página do Programa da conferência, disponível no site da ARQCOOP, teria percebido isso.

Os Mateus, bons ou maus, têm muita experiência no estrangeiro. Esta experiência não tem de ser, necessariamente, sinónimo de obra construida. Daí o convite. De qualquer modo, não se preocupe por ter de ouvir alguém de que não gosta - a sua presença foi cancelada esta semana.

Como disse o Tiago (e bem), se a bitola fosse "ter obra lá fora", nenhum dos outros 3 convidados o teria sido.

Leia primeiro as coisas antes de falar delas.

Diogo Corredoura
ARQCOOP