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By Feedburner

2008/06/27

Conversas de Estrelas :: Star talks [actualização 30.06.2008]


via Charlie Rose

[PT] Entrevista de Charlie Rose aos Prémios Pritzker Frank Gehry, Zaha Hadid, Renzo Piano e Jean Nouvel.
(thanks to Bruno Ferreira)

[ENG] Charlie Rose interview to Pritzker Prize winners Frank Gehry, Zaha Hadid, Renzo Piano and Jean Nouvel.
(thanks to Bruno Ferreira)

Comment from Axel at "Complexidade e Contradição"
"What a dreadful and boring group of people in a thoroughly uninspired discussion. These folks' building creations are monuments of their pompous and boastful egos - no concern for people - and architecture should first of all have people in mind. If the building does not welcome us, embrace us and invite us with warmth - the architect has failed. Send these creatures into retirement."

2008/06/26

Conferência :: Lecture 18.07.2008

[PT]
As experiências dos arquitectos portugueses fora de fronteiras são cada vez mais comuns. Que desafios enfrentam? As vantagens e desvantagens de não se estar "em casa", os constrangimentos do idioma, o acompanhamento dos projectos, os custos ou benefícios contra a divulgação ou o prestígio esperados, tudo isto em discussão na segunda conferência do Ciclo Arquitectura Fora d'Ordem.
Arqcoop

Conferência
A INTERNACIONALIZAÇÃO DO ARQUITECTO PORTUGUÊS
Data: 18 de Julho (6.ª Feira)
Local: Byblos - Amoreiras

Programa:
16h00 :: 18h00 – Apresentação de Projectos em Formato DWF(Este curso, de inscrição gratuita, dá resposta às necessidades emergentes da entrada em vigor da Portaria n.º 216-E/2008, que obriga à apresentação de todas as peças desenhadas dos processos de licenciamento de operações urbanísticas em formato DWF.)
19h00 :: 19h30 – Aplicação Paramétrica para projecto de arquitectura. Vantagens sobre o processo tradicional. Revit Architecture 2009 - Abordagem BIM (Building Information Model).
19h30 :: 20h30 – Conferência: A Internacionalização do Arquitecto Português
20h30 :: 21h00 – Debate aberto à audiência.

Convidados:
Arq.º Manuel Aires Mateus;
Arq.º Francisco Aires Mateus;
Arq.º Jorge Graça Costa;
Arq.º Tiago Mota Saraiva;
Arq.º Vasco Pereira.


MODERAÇÃO:
Diogo Corredoura (Presidente da Direcção da ARQCOOP – Cooperativa Para a Inserção Profissional em Arquitectura, CRL)
Para Mais Informações:
Cristina Morais/210107840/arqcoop@gmail.com

2008/06/23

Nuove Scuole per la Città delle Culture, Prato (Italia)

ateliermob + Agostino Ghirardelli



[IT]
“Allevare i bambini è una impresa creativa, un’arte più che una scienza”
B. Bettelheim

Progetto educativo
A quali bisogni deve dare risposta un edificio per l’infanzia?
Quali devono essere i suoi caratteri fondanti perchè possa definirsi “a misura di bambino” e ne favorisca la crescita e l’instaurarsi di un proficuo rapporto educativo?
La scuola dell’infanzia rappresenta nell’immaginario infantile la “prima scuola” di cui anche da adulti ci si ricorda, si tratta quindi di una struttura carica di valenze simboliche e identitarie per lo sviluppo dell’individuo. Si potrebbe parlare di uno spazio intermedio in cui sperimentare la propria autonomia in un contesto che evochi il clima intimo e rassicurante della “casa famigliare” ma che al tempo stesso possa differenziarsi e acquisire una sua specificità e un ponte comunicativo con la realtà esterna.

I bambini sono in questa fase “piccoli esploratori” a caccia di nuovi stimoli da trasformare e ricreare in una dimensione che non sia più solo quella sensoriale e concreta dei primissimi anni di vita, ma che si affacci verso la creazione simbolica. La scuola dell’infanzia è innanzitutto uno spazio di “gioco alla vita” in cui ogni elemento rappresenta una condizione per il bambino per intraprendere attività simboliche, ossia tutte quelle attività che preparano in modo protetto alla sperimentazione della realtà (spazi e materiali per il “gioco del far finta”, disegno, canto, danza etc).

La strutturazione degli spazi si articolano in questo continuum che va’ dalla spazio raccolto e protetto della “casa” a quello via via sempre più ampio del “fuori”. Gli spazi sono calibrati in funzione dei bisogni del bambino, spazi di diverse dimensioni: da ambienti più piccoli da personalizzare, ad ambienti via via più ampi in cui stimolare la condivisione con gli altri, l’esplorazione e la scoperta.

Si profila la possibilità con l’architettura stessa di “fare esperienza” del mondo creando una scuola-laboratorio protetto in cui sperimentarsi “grandi” lavorando sulle emozioni sensoriali e percettive del bambino nel suo processo di crescita.

La spazialità così intesa dà vita ad uno scenario ricco di stimoli percettivi che si esplicano nella varietà delle dimensioni degli ambienti (da spazi più piccoli a spazi aperti), nell’utilizzo di materiali diversi per i rivestimenti (pavimenti in gomma dura, morbida, legno, sabbia), nella gamma di colori scelta per le pareti interne associata alla gamma di colori che si vedono dalle vetrate che danno sull’esterno della corte e del patio.

L’apertura sull’esterno dell’edificio(la corte con le vetrate) rappresenta a livello simbolico la necessità di mostrare al bambino il mondo fuori a partire dalla costruzione all’interno di una rete di sistemi condivisi che rappresentano un punto di riferimento sicuro da cui prendere il volo, proprio come la corda per un aquilone.

[Vincitori]

[PT] Sem tradução
[Vencedores]

[ENG] No English translation
[Awards]

2008/06/14

Ford Kuga on Paper City


Via anArchitecture

2008/06/12

"Novas Expressões"

[PT] Recentemente chegou-nos a notícia que a rubrica "Novas Expressões" da revista "Arquitectura e Vida" terminou.
Editada por Carlos Pedro Sant'Ana esta era uma porta aberta para novas formas de ver e fazer arquitectura. A pesquisa e carácter laboratorial com que a sua edição era tratada, distinguia todos com a mesma relevância, não olhando a "escolas", países, ou escalas de ateliers.
A nossa relação com as "Novas Expressões" também é significativa porque foi onde foram publicados pela primeira vez um conjunto de trabalhos do ateliermob (ainda arqmob) e uma entrevista, em Fevereiro de 2007.
A "Arquitectura e Vida" e todo o mercado editorial sobre arquitectura ficam mais pobres.
Alguns números ainda podem ser vistos aqui. As "Novas Expressões" do ateliermob pode ser vista aqui.

[ENG] No English translation.

2008/06/06

Por Marvila

[PT] O site Por Marvila, destaca o nosso post de ontem sobre os concursos de arquitectura em Lisboa.

[ENG] Por Marvila - no English translation.

2008/06/05

UIA 2008 Torino

Lisboa - cidade com concursos de arquitectura pouco recomendáveis :: Lisbon - city with non recommendable architectural competitions



[PT] Ficamos tristes por termos de o declarar. Afinal é a cidade onde trabalhamos e vivemos.
(ver texto da Lusa)

[ENG] It's a shame that we are forced to declare it, since Lisbon is the city we work and live.
(the following text, in Portuguese, reveals one more episode, of one competition that we already didn't participate or know any of the contenders)

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Candidato pede anulação do concurso do Capitólio por alegado "incumprimento do princípio do anonimato"
Lusa
5 de Junho de 2008
Um dos concorrentes ao concurso público para reabilitação do teatro Capitólio pediu a anulação do mesmo, invocando falta de cumprimento do princípio de anonimato que é exigido por lei, disse o próprio à agência Lusa.
O requerimento foi endereçado ao presidente do júri do concurso público de reabilitação do teatro Capitólio, no Parque Mayer, Lisboa, Nuno Teotónio Pereira, e ao presidente da autarquia, António Costa, acrescentou à agência Lusa o concorrente com o número oito.
O mesmo concorrente, que pediu o anonimato por o concurso se encontrar suspenso mas não concluído, referiu ter apresentado o recurso na semana passada no edifício do Campo Grande, acrescentado que integra "mais de 30 alíneas", algumas das quais "sustentam e fundamentam as alegações" em que baseia o seu pedido de anulação.
O concorrente alega que na sequência de uma reclamação que apresentou ao júri na cerimónia do acto público de apresentação do relatório de hierarquização das propostas, realizado dia 20 de Maio, e pelo facto de ter sido obrigado, como determina o regulamento, a "identificar-se" perante o júri para apresentar a reclamação, a sua candidatura "deixou de ser anónima, violando uma exigência legal em qualquer concurso público".
Em causa está o facto de no início do acto público de 20 de Maio, o júri do concurso ter considerado a proposta número oito "inaceitável" por não incluir a estimativa de custos da intervenção, exigida no ponto sete do regulamento, que mereceu uma reclamação da candidatura oito, referiu. "Na altura e porque para intervir no concurso, ao abrigo do regulamento, tive que me identificar, deixei o meu B.I. com o júri enquanto fui mostrar a dois elementos do júri que a proposta continha os elementos exigidos", referiu à Lusa o concorrente número oito. Este incidente motivou a primeira interrupção do acto público de 20 de Maio, que durou cerca de meia hora, durante a qual o júri se reuniu para decidir se validava a candidatura número oito a concurso, o que acabou por acontecer. Além do incumprimento do princípio do anonimato, o concorrente número oito disse ainda à Lusa sentir-se "lesado" por "na prática a sua proposta ter sido analisada em menos de meia hora enquanto as restantes o foram de 14 de Abril [quando decorreu o primeiro acto público do concurso e em que ficou a saber-se que eram nove as propostas apresentadas a concurso] a 20 de Maio".
Um pedido de certidão do relatório de hierarquização das sete propostas validadas a concurso, requerido pelo candidato número dois ao concurso do Capitólio, deu também entrada, na semana passada, na autarquia de Lisboa. Após a resposta da autarquia à candidatura número dois, esta ficou com cinco dias úteis, contados a partir da data de resposta da autarquia, para interpor ou não recurso da decisão do júri.
A existência de um recurso obriga a que seja analisado pelo gabinete jurídico da autarquia que, ao abrigo da lei que regula os concursos públicos, o decreto-Lei 197/99 de 8 de Junho, dispõe de 10 dias úteis para se pronunciar. Caso não haja resposta no prazo de 30 dias, considera a lei que há deferimento tácito, explicou à Lusa fonte dos serviços jurídicos da câmara. Independentemente de haver ou não deferimento de recurso, a decisão do gabinete jurídico da autarquia tem de ir depois a reunião de Câmara para que o concurso público possa prosseguir, referiu a mesma fonte. Das nove propostas apresentadas a concurso, duas foram excluídas: a nove por ter entrado fora do prazo e a quatro por não apresentar plantas do teatro. Segundo o relatório hierarquização das propostas, as sete consideradas válidas obtiveram a seguinte classificação (de 1 a 5): a sete obteve 4,5, a seis 3,8, a um 3,6, a cinco 3,5, a oito 3,1, a dois 1,8 e a três 1,5.
Concebido pelo arquitecto Luís Cristino da Silva, o Capitólio é considerado o primeiro edifício do Movimento Moderno em Portugal e abriu em 1931.
O custo previsto pela autarquia para a requalificação do teatro, é de 8,5 a 10 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino Lisboa, pretendendo-se que venha a funcionar como "âncora" do reabilitado Parque Mayer.
O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, já assumiu o compromisso de as obras começarem nos próximos dois anos.

2008/06/03

Video para relaxar :: Video for relaxing

Bom dia Portugal!

[PT] Notícias seleccionadas da primeira página do Público online às 13:38:
Greve dos pescadores mantém-se até amanhã
Concorrência: não há concertação de preços nem abuso da posição dominante nos combustíveis
Funcionários dos impostos vão telefonar a devedores para os pressionar a pagar
Criança de sete anos morre numa obra de construção civil em Lousada

[ENG] no English translation.

2008/06/02

Synchronicity


from S'A ARQUITECTOS + ESESTUDIO - Bridging the City

[PT] Em Varsóvia vai-se repensando a cidade. Em Lisboa...

[ENG] Warsaw's discussion for rethinking the city. In Lisbon...

[link]